quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Álvaro Dias rebate “críticas injustas” a Garibaldi e Carlos Eduardo na construção de Alcaçuz

Em entrevista ao jornal impresso “Agora”, o vice-prefeito de Natal Álvaro Dias rebateu as críticas feitas sobre a construção da Penitenciária Estadual de Alcaçuz, “Garibaldi e Carlos Eduardo acertaram em Alcaçuz, sucessores falharam”, afirmou Álvaro e ainda destacou o pioneirismo do trabalho de Garibaldi e Carlos Eduardo, na época, respectivamente, governador e secretário de Justiça e Cidadania do Estado e apontou falta de continuidade  pelos ex-governadores Fernando Freire, Wilma de Faria, Rosalba Ciarlini e o atual Robinson Faria.

Álvaro Dias externou a necessidade de se reavaliar o sistema prisional administrado pelo governo do Estado que se encontra em completo caos, necessitando de uma reformulação e da reativação os programas iniciados na gestão do hoje senador Garibaldi Filho, com cursos profissionalizantes, acompanhamento social e reinserção de presos com bom comportamento e próximos de terminar suas penas no mercado de trabalho. O atual sistema administrado pelo governo Robinson, para Álvaro Dias, é extremamente falho e não auxilia o apenado a mudar de postura para ser ressocializado novamente.

“A falha do sistema implantado nas penitenciárias é do atual governo e de outros governos que sucederam Garibaldi Filho e não continuaram o trabalho implantado e iniciado por ele no Estado” afirmou o vice-prefeito e Natal e completou que a ociosidade dos presos abre os caminhos para drogas, intrigas e outros comportamentos prejudiciais ao convívio em qualquer unidade prisional.

Álvaro Dias ainda afirmou ser radical a decisão o governador Robinson Faria em fechar Alcaçuz, “Não sei até que ponto uma obra que custou um valor de recurso importante, ser fechada é uma decisão correta”. E ainda reforçou a necessidade de um parecer de pessoas técnicas para uma melhor avaliação e a possibilidade de consertar equívocos e erros cometidos pela atual gestão, e ainda estudar o impacto dessas ações nas finanças do Estado que já estão “bastante combalidas”.

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