“Confesso que no
primeiro momento fiquei até surpreso com a reação. Mas isso mostra a
importância desta PEC. O pleito de 2018, por exemplo, custou aos cofres
públicos a incrível soma de R$ 900 milhões. Imagine, só o sistema logístico que
precisa ser criado para que as urnas eletrônicas cheguem a todos os estados, em
cada canto do nosso país, a preparação da equipe, mesários, material, aluguel
de espaços e de veículos” argumenta o autor.
Pelo texto, todos
os políticos em mandato eletivo serão escolhidos em pleito único. Assim, nas
eleições de 2022, além de governadores, vice-governadores, deputados federais,
estaduais e presidente, os cargos municipais também estarão na urna para a
escolha dos eleitores.
“O período
eleitoral é historicamente uma fase em que o país para. As obras públicas não
têm andamento, os projetos ficam congelados. Isso sem falar no trabalho
legislativo que é quase nulo. Não existe uma justificativa plausível para que
tenhamos eleições a cada dois anos. Será absurdamente mais produtivo e barato
aos cofres públicos se definirmos todos os líderes de uma só vez”, explica
Peninha.
Colaboração: Assessoria de Comunicação do Deputado Federal Rogério
Peninha Mendonça
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