terça-feira, 8 de agosto de 2017

Partido Humanitário Nacional – PHN Começa Colheta De Assinaturas No Rio Grande Do Sul

 O presidente do Partido Humanitário Nacional – PHN, Cassiano Correia, que esta semana deu posse a Marcos Antonio Lemes, como Presidente Regional do Rio Grande Sul, reafirmou o compromisso de homologar o partido em tempo recorde, com objetivo de lançar novos nomes na política nacional, que venham fazer a diferença empunhando a bandeira contra a corrupção e defendendo as causas humanitárias do povo brasileiro. Aproveitando que, o PHN está a cada dia tomando forma e ganhando destaque nas mídias eletrônicas, o presidente nacional, Cassiano Corrêa, convoca todos os presidentes dos diretórios estaduais e municipais, bem como todas as lideranças dos estados do Brasil a intensificarem a coleta de assinaturas para que, em tempo recorde, consigamos concluir nosso objetivo, que é deixar o partido apto para se fazer presente nas eleições de 2018. Cassiano quer que o partido lance candidatos a deputado estadual, federal, senador e governador em todo o Brasil. “Só assim faremos a diferença, nós somos a esperança do povo brasileiro. Temos honra! dignidade e coragem para realizar as mudanças que o país precisa”, disse. “Estamos na maioria dos estados brasileiros, temos nomes de pessoas competentes e que desejam, junto conosco, marchar contra a corrupção. Agora mesmo, antes de sermos reconhecidos legalmente pelo TSE, estamos empunhando a bandeira contra a desigualdade social”, concluiu Cassiano. 

Conheça a história do PHN O Partido Humanitário Nacional – PHN, criado no município de Santo Antônio de Aracanguá, estado de São Paulo, pela jovem Jessica Rosado e presidida por seu irmão, Cassiano Correia, surgiu da necessidade de se acreditar que podem mostrar ao Brasil o caminho da igualdade e da justiça. Em um país onde o brasileiro foi excluído dos debates de cunho social, cultural e político, precisa-se urgentemente de pessoas comprometidas com os anseios populares e que possam desenvolver um trabalho sério e digno. Jéssica Rosado tinha um sonho, o de constituir um partido onde seria possível defender a bandeira humanitária, onde este mesmo partido não ficasse calado com os desmando na saúde pública, bem como educação e segurança. Jessica que foi vítima de câncer, tentou a todo custo conseguir remédios para a quimioterapia, pois os medicamentos eram caríssimos e demoram bastante tempo para ser disponibilizado aos pacientes. Jessica não pode vencer o câncer, pois no dia 14 de abril de 2017, faleceu. Porém Jessica sabia que o seu sonho, é o mesmo sonho de milhões de brasileiros, o sonho da igualdade, de se ter uma saúde pública de qualidade. O sonho de Jessica continua vivo e conta com a ajuda dos pais de famílias, de pessoas de bem, para que o projeto PHN possa ser concretizado. Em todo o Brasil, serão necessárias cerca de 486 mil assinaturas para que a nova legenda seja criada, isso porque a legislação que regulamenta o funcionamento dos partidos (Lei 9096/1995) estabelece o registro do estatuto na Justiça Eleitoral mediante comprovação de apoio do número de eleitores correspondentes a 0,5% dos votos válidos dados na última eleição para a Câmara dos Deputados.

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