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Os sigilos quebrados são de ex-assessores de Flávio e do pai, Bolsonaro. Também foram alvo pessoas que realizaram transações financeiras e imobiliárias com a família Bolsonaro.
A devassa nas contas abrange um período de 11 anos e é fruto de um relatório do Conselho de Controle e Atividade Financeira (Coaf) do ano passado.
Vale lembrar que se o relatório fosse revelado antes da eleição, como deveria, o resultado poderia ser outro.
